Editorial
Como parte do projeto "Laboratório de História", já conhecido pelos que acompanham o blog, foi realizado um trabalho com as 5ª séries baseado na percepção leitora e escritora. Realizamos a concepção e produção de um jornal com o objetivo de expor o conteúdo, ou parte dele na verdade, do segundo bimestre. Fizemos uma produção com cunho humorado e de fácil absorção de conteúdo.
O trabalho foi dividido em etapas. Primeiro produzimos o conteúdo do jornal baseado nas exposições didáticas e em audiovisual e atividades realizadas em aula referente ao segundo bimestre. Todo o conteúdo acompanhou as atividades e problematizações em sala de aula, no caso estávamos estudando as primeiras civilizações, o "Crescente Fértil", assim nossa elaboração no que se refere aos conteúdos da edição do jornal trabalhou os povos do Império do Antigo Egito e da Mesopotâmia. Dessa etapa surgiram os textos e demais conteúdos de nossa folha informativa histórica. Histórico em todos os sentidos, se me permitem um momento de falsa modéstia, pois esse trabalho é pioneiro na unidade escolar e como atividade do 6º ano. Pelo menos no que se refere ao ano de 2014 e na série em questão na qual eu leciono... na verdade, não posso precisar também o que ocorreu nos anos anteriores com os 6º anos da mesma instituição... Mas vocês entenderam não é mesmo.
A segunda etapa foi a realização da arte de nosso jornal, a elaboração da diagramação e escolha da parte lúdica de nossa folha de notícias. Foi decidido então que faríamos tirinhas em quadrinhos produzidas pelos próprios alunos para a arte de nossa orgulhosa folha informativa, e decidimos também as imagens que o jornal iria expor em sua manchete, para tanto fizemos extensa pesquisa na rede mundial de computadores, ou apenas Google para os mais habituados. Tudo relativo ao tema estudado no segundo bimestre.
Ao final coube a este humilde professor que lhes escreve, separar o material adequado produzido por seus alunos, vejam bem, não que tenha havido "peneiras" ou descartes de textos e atividades, mas ao todo as duas 5ª séries possuem um montante próximo de setenta alunos, seria impossível que todos tivessem suas atividades expostas individualmente, sem contar a repetição de conteúdos que os trabalhos possuíam. Assim, os textos que vocês lerão no nosso jornal foi uma "colcha de retalhos" feita da junção dos textos mais elaborados, e do entendimento da turma como um todo. Apesar de minha mediação e edição final do trabalho, é minha obrigação informa-los que todo o trabalho no que se refere ao conteúdo é mérito exclusivo de nossos alunos, fruto de suas observações e leituras do tema e de sua aprendizagem.
Finalizamos o trabalho com a escolha do título de nosso jornal, que foi realizada por votação entre todas as 5ª séries, o nome preferido pela maioria foi "Notícias da História".
Então senhoras e senhores é com muito prazer que lhes apresento a edição numero um do jornal do 6º ano da escola Jardim São Frâncico.
"Notícias da História".
Profº Silvio N.S
Abaixo: apresentação e leitura do material realizada pelos alunos.
Acesse também o blog da escola Jardim São Franciso:
http://esaofrancisco.blogspot.com.br/
Leiam os textos do jornal clicando a baixo
Leiam os textos do jornal clicando a baixo
“O Egito
é uma dádiva do Nilo”
"Vamos
voltar para vários séculos atrás, na verdade vamos voltar três milênios, uma época de faraós
e
escribas, camponeses e escravos, pirâmides e o Nilo. Vamos voltar para o
Império do
antigo Egito no norte da África.
A
base desse império estava firmada nos camponeses e trabalhadores no geral e nos
escravos. Os camponeses não eram “obrigados” a
trabalhar e faziam várias funções como trabalho no campo, lido com o gado,
pastagem e serviços diversos.
Após
as cheias do Nilo, quando as águas subiam
além das margens do grande rio em agosto e setembro, os camponeses começavam o
cultivo semeando os campos, lançando as sementes no solo, em seguida inseriam
porcos nestes campos, reduzindo o trabalho. Isso ocorria, pois com as cheias a
terra ficava repleta de sedimentos, vindos do longo caminho percorrido pelas águas
até
ali, com os porcos a terra mantinha a fertilização constante e
as sementes ficavam soterradas. Não foi a toa que o historiador Heródoto disse
“O Egito é uma dádiva do Nilo”.
Após
cinco meses, os trabalhadores retornavam para colher o que haviam plantado que
eram em sua maioria trigo, cevada e linho, além de frutas e legumes. Eram não
só a base da alimentação como também a base da economia no antigo Egito.
Não
sabia que no Egito era assim? Então fique sabendo, os
camponeses eram personagens importantes na agricultura e
economia do Egito Antigo".
Civilizações
Fluviais
"Você já
parou para pensar na importância da água em
nossas vidas? E se ela acabasse?
Agora que você pensou sobre o
assunto, não é difícil imaginar que as primeiras civilizações se estabeleceram
próximas aos rios a mais de cinco mil anos atrás, por isso elas são chamadas de
civilizações fluviais.
Com o surgimento da agricultura e
da domesticação de animais, a água que
já era essencial se tornou o elo para o desenvolvimento. Assim, as comunidades se estabeleciam perto
dos rios.
Frações de grupos humanos em um só
lugar favoreceu o desenvolvimento do conhecimento e do aperfeiçoamento técnico,
o que no inicio era só um lugar ao sol tornou-se princípio dos primeiros
impérios como os caso do Egito e da Mesopotâmia".
O
Oriente Próximo
"Próximo
do
Egito, no oriente médio, surge a mesopotâmia, palavra grega que significa
“terra entre rios”, em referencia aos rios Tigre e Eufrates.
A
região da mesopotâmia se situou nos territórios atuais da Turquia, Síria,
Kuwait, Irã e Iraque.
Diferente
do
Egito,
a região foi dividida por territórios independentes, que frequentemente lutavam
entre si pelo domínio da região. Assim guerras, conquistas e invasões marcaram
a mesopotâmia".
Hamurabi?
Mas que nome é esse???
"Por volta
de 1900 a.C as
regiões de Súmer e Acad
foram invadidas por um povo chamado amoritas. Assim surgiu a Babilônia, o
primeiro grande império da mesopotâmia.
A
Babilônia foi governada por um grande líder
chamado, Hamurabi, não, você não leu errado, esse é mesmo o nome dele. Esse governante
unificou quase toda a mesopotâmia, além de fazer de seu império o grande centro
comercial do oriente e criar o primeiro sistema legal conhecido,
o
“Código de Hamurabi”, também chamado de Lei de Talião,
tinha entre suas regras
a lei
do “olho por
olho” e “dente por dente”,
o sistema foi usado para unificar, e
organizar a região.
Poxa depois
de saber de tudo isso,
esse Hamurabi não parece
um sujeito
tão esquisito
agora".
6º ano da escola Jardim São Francisco.
Aguarde a edição 02/2014.
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